Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Despedida

Não vou mais escrever aqui. Pelo menos não regularmente. Talvez nem irregularmente. Uma nova função no meu trabalho e uma filha com apenas 29 dias ocuparam este espaço que eu tinha voltado a despender ao Farol desde o dia 14 de dezembro. Deixo um convite para você ouvir o radiojornal “Radar 103”, de segunda a sexta-feira, das 7 às 8 horas, na Rádio Mais FM (ex-Floresta Negra; 103.1 FM). Lá, onde estou trabalhando desde outubro, passei a dividir a bancada com a jornalista Rejane Gambin.

Dando uma breve xeretada no blog, constatei que desde 13 de setembro de 2007, quando o Farol da Ilha foi criado, foram publicados 135 posts – entre noticiosos e opinativos. Pouco tempo depois do início, o também estudante de jornalismo Cesar Blanski passou a ser redator do espaço. Desde meu breve retorno, em dezembro passado, postamos mais 23 vezes. Agora, desde o dia 6 de janeiro, o Farol está às moscas...

O Cesar talvez volte a publicar algo antes de mim, mas ele também está bem ocupado no seu trabalho, no setor de comunicação dos Bombeiros. E como eu havia escrito, ao “retornar”, em 14 de dezembro, não é fácil tocar esse troço de forma voluntária. Hoje, ainda bem, nos pagam para escrever e precisamos economizar tempo de apuração, dinheiro com telefonemas e combustível e digitação de caracteres para estar bem para trabalhar no dia seguinte.

Por fim, agradeço aos leitores que mandaram seus comentários, que jamais sofreram qualquer tipo de seleção – muito menos censura. Pena que o medo ainda seja a palavra de ordem para a maioria das pessoas que interagem com os veículos de comunicação por aqui. Poucos foram os que assinaram em baixo de seus comentários. A maioria ficou no anonimato. Mas é até compreensível, já que vivemos numa cidade onde as pessoas não são totalmente livres. Seja para trabalhar, para sonhar ou para se expressar.

Saudações.

Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Um achismo sobre o palco vazio do Mercado

Assim como a reativação do ferry boat pela Prefeitura, conforme prometido por Luiz Zera ainda na condição de prefeito eleito, a instituição de uma programação cultural (leia-se musical, principalmente) no Mercado Municipal também contribuiria pro desenvolvimento turístico da cidade. Na lógica de que o turismo é bom pra uma cidade quando, antes, é bom pra população local, o ferry boat "desesola" - um pouco - a população do Distrito do Saí, bem como apresentações de chorinho, samba e bossa nova no Mercado, alimentaria o espírito do francisquense.

Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Expediente na Prefeitura voltará ao horário normal na 2ª

A Prefeitura retomará seu horário normal de expediente na próxima segunda-feira (5) - das 8 às 12 e das 14 às 18 horas. Para saber sobre o horário de atendimento de todos os órgãos públicos que tenham ligação com o Executivo municipal, os interessados deverão ligar para a secretaria de Administração no telefone (47) 3471-2244.

Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Começa racionamento de água nos balneários

O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) anunciou nesta terça-feira (30) o início do rodízio no fornecimento de água na região balneária de São Francisco do Sul. As praias de Enseada, Ubatuba, Praia Grande e a localidade de Majorca (balneário de Ubatuba) serão abastecidos das 21 às 9 horas. Já as praias do Forte, Itaguaçú, Capri e a localidade de Tapera (bairro Acarai) – abastecida pela mesma adutora das praias – vão receber água das 9 às 21 horas. Em nota divulgada pela assessoria de imprensa da Prefeitura, o Samae afirma que o rodízio é motivado pelo “alto consumo” de água nos balneários. A região central do município não foi incluída no rodízio.
Imagem Google

Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Prefeitura não fará queima de fogos na virada do ano

Se depender da prefeitura, moradores e turistas não verão o tradicional show de fogos neste réveillon. Segundo o secretário de Turismo, Jorge Luiz Cevinscki, o governo Luiz Zera, que assumirá poucas horas depois da meia noite do dia 31, não aprovou o projeto apresentado pela atual administração.

"O acerto deveria ter acontecido. O prefeito Odilon procurou o Luiz [prefeito eleito] desde novembro. Nós nos colocamos à disposição para encaminhar os trâmites para que houvesse a contratação de uma empresa que organizasse a queima de fogos, mas o chefe de gabinete do Luiz nos informou que a proposta não havia sido aprovada."

De acordo com Cevinscki, a queima de fogos seria paga com o orçamento de 2009, e por isso o governo atual não poderia assumir a dívida sem o aval do próximo prefeito.
Imagem Google